Esta estória fictícia analisa a facilidade com a qual as crianças são influenciadas pelo tipo de coisa que falamos. Quando uma garotinha começa a passar tempo demais com uma equipe de pedreiros, ela adota seu vocabulário. Infelizmente, parte desse vocabulário inclui palavrões e fariam qualquer adulto perder a compostura, especialmente vindo de uma garota de 5 anos de idade.

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Apesar da estória ser fictícia, seu conteúdo é algo que muitos pais conhecem bem nos dias de hoje. O uso de palavras de baixo calão é tão comum que fica difícil evitar que as crianças tenham contato com elas. Muitas crianças são expostas a palavrões através de vários meios de comunicação. Quando uma criança passa por uma situação ou frequenta um lugar onde palavrões são comuns, ela começa a achar que este tipo de palavra é algo aceitável e adequado.

Aqui no SF Globe, achamos que é importante compartilhar estórias que geram discussões como esta. Você pode rir ou reprovar, mas esta estória chama a atenção a um fenômeno muito comum que acontece entre as crianças de hoje.

Leia a estória abaixo e compartilhe sua opinião conosco nos comentários abaixo!

Esta é a estória de uma ligação que nasceu entre uma pequena garota de 5 anos de idade e um grupo de pedreiros que vai fazer você acreditar que tudo que fazemos tem um impacto sobre as crianças quando dedicamos nosso tempo a elas.

Uma jovem família mudou-se para uma casa ao lado de um terreno vago. Um dia, uma equipe de construção apareceu para começar a trabalhar no terreno vizinho.

A filha de 5 anos da família ficou, naturalmente, curiosa ao ver toda a atividade que acontecia no terreno ao lado de sua casa, e começou a passar boa parte dos seus dias observando os pedreiros.

Eventualmente, os pedreiros, todos perfeitos exemplos de "diamantes brutos",  adotaram a garota como um tipo de mascote. Eles conversavam com ela, deixavam que sentasse ao seu lado enquanto tomavam café e almoçavam e pediam que fizesse algumas coisas simples, para fazê-la sentir-se importante.

Ao final da primeira semana, eles até entregaram um envelope com pagamento para ela, que continha dez dólares. A garotinha levou ele para casa para mostrar a sua mãe, que suferiu que ela levasse seu "salário" de dez dólares ao banco no dia seguinte, para abrir uma poupança.

Quando a garota e sua mãe chegaram ao banco, o atendente ficou bastante impressionado e perguntou à garotinha o que ela havia feito para receber seu salário.

A garotinha respondeu orgulhosa "Trabalhei na semana passada com uns pedreiros de verdade, construindo uma casa ao lado da minha".

"Poxa vida," disse o caixa, "e você vai voltar a trabalhar lá essa semana também?"

A garotinha respondeu "Vou sim, se os filhos da p*** do Home Depot entregarem as p**** das placas de gesso..."

Fez uma lágrima rolar no seu rosto, não fez?